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A milenar técnica de adivinhação chinesa 'I Ching' usa os hexagramas e os trigramas no seu método.
Os hexagramas (?) (pinyin: guà) são símbolos constituídos por seis linhas Y?n ou Yáng que estruturam o livro chinês I Ching (??) (pinyin: yì j?ng).
Os 64 hexagramas podem também ser considerados combinações entre os oito trigramas básicos.
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O I Ching ou Livro das Mutações, é um texto clássico chinês
composto por várias camadas, sobrepostas ao longo do tempo. É um dos
mais antigos e um dos únicos textos chineses que chegaram até nossos
dias. Ching, significando clássico, foi o nome dado por Confúcio à sua edição dos antigos livros de conhecimento. Antes era chamado apenas I: o ideograma I é traduzido de muitas formas, e no século XX ficou conhecido no ocidente como "mudança" ou "mutação".
O "I Ching" pode ser compreendido e estudado tanto como um oráculo
quanto como um livro de sabedoria. Na própria China, é alvo do estudo
diferenciado realizado por religiosos, eruditos e praticantes da
filosofia de vida taoísta. |
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