Aokigahara, Floresta Suicida [c/ Video]

Há séculos uma floresta no Japão, aos pés do Monte Fuji, chama à atenção de diversas pessoas. Algumas são atraídas por histórias macabras contadas a respeito do local, outras pelos fenómenos físicos e sobrenaturais frequentes, mas uma boa parte procura-a simplesmente para se suicidar! Porquê?!

Fica a INCÓGNITA!

Na era da informação a ignorância é uma escolha e para aqueles que pretendem saber mais decidi presentear-vos com este pequeno artigo elucidativo que acompanha o vídeo exclusivo do nosso Canal Portugal Místico, que pertence à rubrica INCÓGNITA.

Aokigahara (Coordenadas: [Latitude, Longitude] 35°28’12.36″N, 138°37’11.29″E) é uma floresta gélida com o solo rochoso de formação vulcânica, com grutas e cavernas congeladas que mesmo no verão não degelam. À medida que se adentra na floresta, a mata fica cada vez mais fechada dificultando a passagem da luz do sol, deixando o local com uma forma sombria e assustadora.

Aokigahara (青木ヶ原), também conhecida como Mar de Árvores (樹海), é uma floresta de 35km² situada na base noroeste do monte Fuji, no Japão. A floresta contém um grande número de rochas e cavernas de gelo, alguns dos quais são pontos turísticos populares. Devido à densidade das árvores, que bloqueiam o vento, e à ausência de vida selvagem, Aokigahara é conhecida por ser estranhamente silenciosa. Contam-se muitas lendas acerca da floresta. Algumas delas relacionam-se com demónios e espíritos malignos característicos da mitologia japonesa e é conhecida por ser um local mais comum do mundo para se cometer o suicídio. Em média, são encontrados 200 corpos por ano, alguns em avançado estado de putrefacção ou até mesmo somente seus esqueletos.

O solo da floresta é principalmente composto por rocha vulcânica, sendo difícil penetrá-la com ferramentas manuais, como pás. Existem diversas trilhas não oficiais que são geralmente usadas para a “caça ao corpo”, que acontece com certa regularidade feita por voluntários locais. Nos últimos anos, excursionistas e turistas começaram a marcar os caminhos com fita plástica de modo a poder encontrar novamente a mesma trilha, existe também a hipótese de isso ser feito por suicidas indecisos, que avançam para trilhas secundárias pensando em cometer o acto. Embora os oficiais as removam de tempos em tempos, para evitar o depósito de lixo na floresta, muitos turistas continuam a deixa-las nas árvores. Grande parte das marcações encontra-se espalhada por todo o primeiro quilómetro da floresta, passando pelas trilhas que levam aos pontos turísticos, como a Caverna de Gelo e a Caverna do Vento. Depois desses pontos, a floresta está mais próxima da sua condição original, com poucas trilhas e sem sinais óbvios da presença de pessoas.

Histórias de manifestações sobrenaturais que ocorrem no local são comuns entre os moradores da região. Algumas pessoas que visitam o local, já dentro da floresta, sentem perda dos sentidos, desorientam-se e não conseguem achar o caminho de volta e as que conseguem voltar relatam ter encontrado com outras pessoas, com feições mórbidas, que aparecem do nada e desaparecem repentinamente.

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