Na primeira parte deste expliquei o que são os Vampiros Energéticos, como os detectar e tentar evitar ser um deles. A maioria de nós só nota que um Vampiro Energético esteve por perto quando este deixa de estar próximo e a pessoa se sente exausta, desmotivada, sem entusiasmo e com uma estranha sensação de tédio. Em geral as pessoas, só porque estas simbioses energéticas estão pouco exploradas, vão começar a explicar as estranhas sensações de falta de energia culpando as mudanças de tempo, uma pequena depressão, fraqueza por não comer há umas horas ou qualquer outra explicação mais ou menos rebuscada.
De facto quando alguém está exposto a um ambiente familiar ou de trabalho onde existe um ou mais Vampiros Energéticos podem ficar deprimidos, pesados, desmotivados, desequilibrados e eventualmente desenvolver dificuldades imunitárias no corpo físico ficando doentes com alguma facilidade.Tal como nas clássicas histórias de vampiros, alguém que atinja este estado de falha energética devido à exposição a Vampiros Energéticos irá automaticamente tornar-se, ela própria, um vampiro. Isto acontece porque a vítima não tem mais energia para dar unilateralmente e para sobreviver irá necessitar sugar energia ela mesma.Nesta ordem de ideias se olharmos à nossa volta podemos com alguma facilidade compreender que a praga dos Vampiros Energéticos é algo que se está a espalhar com bastante facilidade (especialmente nos centros urbanos) e pode bem ser a praga do século XXI.
As pessoas têm em geral protecções automáticas e naturais para este género de ataques energéticos. Chamo-lhes os Escudos Naturais, ou placas energéticas que o atacante, um desses Vampiros Energéticos, tem de ultrapassar para atingir o seu objectivo, consciente ou não.Quem vive em grandes cidades vê o lado prático deste Escudos Naturais ao observar o quão difícil é conectar com alguém, ter intimidade e sinergia. Este é o lado menos bom destes escudos mas na sociedade moderna eles são necessários se quisermos aguentar a fome energética do enorme número de Vampiros Energéticos que nos rodeiam.
Proteger-mo-nos contra ataques vampíricos começa exactamente pela tomada de consciência de cada indivíduo que nos rodeia e analisar o seu grau de vampirismo para conseguirmos atribuir as devidas protecções que vão desde o afastamento físico, o afastamento mental, o uso de cristais e as meditações de protecção que lançam escudos energéticos momentâneos e eficazes.
A primeira reacção quando constatamos que a nossa mãe, irmã, melhor amiga, colega de trabalho ou de mesa ou simplesmente vizinha é um vampiro é fugir a sete pés e evitar o contacto, dentro do possível, com essa pessoa. Quando isto não é possível por ligações fortes e lógicas, como os pais que tomam conta dos seus pequenos vampirinhos, ou o marido que tem na mulher uma super vampira, tendemos a aumentar os nossos Escudos Naturais e tentar sobreviver assim. Mas estas construções de escudos de uma forma continuada acabam por eventualmente falhar, entrar em declínio e trair-nos oferecendo a vampiros ainda mais esfomeados que atacam ao primeiro sinal de fraqueza.
Mas claro que é possível estabelecer um fluir estável através do nosso corpo energético, que vai beber energia ao ambiente e canalizar essa energia directamente para o vampiro. Deixando de ser uma vítima, mas um canal de transmissão de sustento. Mas para isso temos de estar sãos da nossa aura, do nosso sistema chakrico, do nosso corpo energético em geral para evitar que repentinos ataques possam desequilibrar novamente a relação energética.Aprender a fazer esta canalização energética do universo para nós e de nós para o vampiro deixa de tornar necessário levantar os Escudos Naturais (que podem ser úteis a curto termo mas prejudiciais a longo termo como vimos anteriormente). Desta forma podemos alimentar qualquer vampiro sem mazelas no nosso corpo energético (logo sem mazelas no corpo mental e físico). Saciar a sede de um vampiro ao ponto da lucidez suficiente para lhe chamar à razão pode ser o início da cura do seu estado de Vampiro Energético, uma vez que este está saciado e pode aprender a saciar outros usando a mesma técnica de canalização.Mas tudo isto é válido em situações ditas normais, não pensemos demagogicamente que vampiros em situação de doença, pobreza extrema, velhice ou muita juventude são capazes de ‘curar’ a sua condição. Eles vão, sim, necessitar de cada vez mais energia para os seus sistemas funcionarem.
Se necessita, de livre vontade, alimentar um vampiro existem umas quantas regras que nunca se pode esquecer. E fica desde já parabenizado/a por fazer este serviço pois um vampiro saciado pode ser um vampiro curado.