Equinócio de Primavera e Ostara

EQUINÓCIO DE PRIMAVERA
OSTARA

A chegada da primavera é um evento sempre muito celebrado em todo o mundo, porque marca o fim do inverno, uma estação associada ao mau tempo, desconforto e, em termos históricos, de escassez de comida. Para além disso, trata-se de uma celebração do renascimento da natureza e, historicamente, era a altura em que se celebravam os festivais de fertilidade e abundância.

O Equinócio de Primavera

No hemisfério norte o Equinócio da Primavera ocorre sensivelmente a 20 de Março. A astronomia define então como Equinócio da Primavera o instante em que o Sol, assim como o vemos do planeta Terra, cruza o plano do equador celeste, isto é, a linha do equador terrestre que é projectada na esfera celeste. Quando este evento acontece em Março, chama-se de Equinócio da Primavera no hemisfério norte.

Na astronomia, equinócio é definido como o instante em que o Sol, em sua órbita aparente (como vista da Terra), cruza o equador celeste (a linha do equador terrestre projectada na esfera celeste).

No referencial da Terra, o Sol move-se ao longo do ano sobre a Eclíptica, que se estende sobre as constelações que formam o Zodíaco. Entre o plano eclíptico e o plano equatorial celeste há um ângulo esférico de 23,5 graus, aproximadamente, e estes planos interceptam-se definindo uma recta. Esta recta intercepta a esfera celeste em dois pontos. Em definição equivalente, o equinócio corresponde ao momento em que o Sol, na sua trajetória ao longo do Zodíaco, se encontra sobre um dos pontos definidos pela intersecção entre o plano eclíptico, o plano equatorial terrestre e a esfera celeste.

O equinócio ocorre duas vezes no ano, em Março e em Setembro. No equinócio ambos os hemisférios da Terra encontram-se igualmente iluminados pelo Sol.

O ponto do céu que o Sol ocupa no equinócio de Março define o ponto vernal. Devido à precessão dos equinócios, a localização do ponto vernal ao longo dos milénios não é fixa, e define a era astrológica. Actualmente, encontramo-nos na era de Peixes; ou seja, em dias actuais o ponto vernal localiza-se na constelação dos Peixes. No equinócio de Setembro o Sol localiza-se na constelação da Virgem.

Nem tudo o que sabemos é o que sempre foi…
Vamos a FACTOS!

Na primavera é tradição também fazerem-se limpezas gerais nas casas. O bom tempo permite que se abram as janelas nas casas para que estas possam arejar depois de meses completamente fechadas durante o inverno. Nesta altura as pessoas livram-se de algumas das coisas velhas que tinham guardadas e compram coisas novas. Tudo isto permite uma renovação energética e uma nova visão sobre o nosso ambiente em tudo beneficiadora de uma nova etapa.

De onde nasce toda esta ideia?

Mais importante que qualquer outra festividade de Março saliento a Ostara, em especial porque se festeja há mais de 5000 anos. Eostre, Ēostre, Ostara, Jair ou Ostera é a deusa da fertilidade, amor e do renascimento na mitologia anglo-saxónica, na mitologia nórdica e mitologia germânica. Na primavera, lebres e ovos coloridos eram os símbolos da fertilidade e renovação a ela associados. De seus cultos pagãos originou-se a Páscoa (Easter, em inglês e Ostern em alemão), que foi absorvida e misturada pelas comemorações judaico-cristãs. OSTARA é um festival que tem início no EQUINÓCIO e habitualmente termina a 30 de Março, dependendo de cada civilização e cultura.
Para que a nossa evolução siga o seu percurso natural, é preciso libertar-mo-nos dos conceitos ligados à energia do passado. Os comportamentos e pensamentos que aprendemos e repetimos no passado, como uma estratégia de sobrevivência, não nos servem no mundo de hoje.
O que aprendemos num mundo em que nos ensinaram que era preciso defender-mo-nos, preparar-mo-nos para enfrentar a concorrência, serviu num mundo dividido entre “nós” e “os outros”. Mas avançamos para uma era em que apercebemos que esta divisão é ilusória.
Somos todos aspectos da grande União – somos UM.
Este equinócio marca então o final do tempo de sintonia e deve ser amplamente celebrado e recebido de passadeira vermelha.

Agora mais do que nunca, precisamos de nos interrogar o que está por detrás das nossas palavras e dos nossos gestos. O que é que nos move? O que queremos criar? Qual é a nossa Visão? Qual é a narrativa em que gostaríamos de ter um papel?

Desde o Solstício, tudo parece acontecer numa velocidade acelerada. Dá a sensação que uma revolução está em curso… A receita para atravessar este período de adaptação à nova energia universal, inclui com certeza uma grande medida de paciência connosco, uma mão-cheia de perdão, uma boa dose de compaixão, e uma pitada de humor!
Quando tomamos consciência que toda a bagagem do passado é pouco útil para o meio em que vivemos agora, estamos prontos para podermos perceber o ambiente em que vivemos agora. Com a mente aberta, em atenção plena para o momento, a Mãe Terra envolve-nos como um banho de imersão, omnipresente, ligando todos os elementos, sustentando a nossa existência e permitindo a nossa expressão em forma biológica. Ela está em todo o lado – caminhamos e fluímos no seu campo gravitacional, elevados e acariciados pela sua canção, o som da natureza. Na medida que nos familiarizamos com a União que existe neste campo energético, teremos acesso à força de sermos nós hoje!

Agora mais do que nunca procurar o nosso equilíbrio chákrico e estabilização áurica é condição essencial para o que está para chegar, sabendo que o futuro é fruto de aprendizagens de um passado longínquo que não interessa mais e que nos permite finalmente viver o presente como queremos, quando quisermos e onde assim decidirmos.

Mas não acredite em nada que leu…
Investigue!

[CONTRA FACTOS…]

Uma rubrica escrita em tom de crónica mordaz baseada em factos que pretendem oferecer uma visão mais realista sobre a verdade das coisas. Na era da informação a ignorância é uma escolha!

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