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EventG10Na senda dos artigos anteriores continuamos a explorar as origens dos signos que muitos autores discutem, debatem e comentam os vários mitos da origem de cada dos signos da astrologia dita ocidental.

Neste terceiro artigo podemos ver os mitos mais considerados sobre: Balança, Escorpião e Sagitário.

 

libra

Balança (Libra)

Este é o signo com mais discussão sobre o seu mito primordial e com menos conclusões, sabe-se que é certo a constelação se formar a partir das tenazes do Escorpião.
Em alguns monumentos pré-históricos não há referências a Librae assim parece que a separação em duas constelações ocorreu durante a era romana, quando os pratos foram devotados à Balança.
Começou a constar do calendário depois de sua instituição por César para marcar o equinócio de outono, a Balança passa a ser símbolo de justiça e equilíbrio, pois indica a época em que o dia é igual à noite.

 

 

scorpius2Escorpião

O mito vem da Babilônia e refere-se ao escorpião que a deusa da Lua, Ártemis, enviou para matar Órion. Os dois lutam e Zeus, para transformar o ocorrido em lição de moral, transforma-os em constelações, como lembrete para os seres humanos controlarem a tendência a irem além de sua possibilidade e ao mesmo tempo para mostrar o seu poder e a sua força. Quando Órion surge no céu, o escorpião está abaixo do horizonte. Quando este ascende Órion, morre, pondo-se sob a terra.
Outra versão explica que Ártemis quis matar Órion – usando um escorpião – porque aquele perseguia as virgens Plêiades, que ela quis proteger.
A estrela vermelha Antares – anti Ares, contra Ares, deus grego da guerra – está associada com esta constelação. Desde tempos imemoriais, Ares, ou Marte, é o regente do signo do escorpião.

 

 

sagitarrius2Sagitário

Uma das versões associa a imagem do centauro Quíron, mestre de muitos heróis, ao signo e à constelação.
Quíron era um curandeiro entendido nas artes das ervas medicinais, além de músico e filósofo. Ensinou Aquiles, Jasão, entre outros. Imortal, andava nos bandos de centauros – metade-homens, metade-animais, que gostavam de festas, bebida e tinham um desejo sexual esfuziante. Um dia, recebendo a visita de Héracles, após tomarem vinho, os centauros vizinhos resolveram lutar e o herói dos 12 trabalhos acabou por disparar uma flecha sem querer na perna de Quíron – a flecha envenenada com o veneno da Hidra de Lerna que impedia a cicatrização. O mestre, que era imortal, procurou por muito tempo curar-se, sem sucesso. Cansado, pediu a Zeus que o deixasse morrer, trocando sua vida pela liberdade de Prometeu, o qual, naquele momento, padecia o castigo de ter seu fígado comido durante o dia por uma águia pelo facto de ter roubado do carro de Apolo o fogo e o  ter presenteado à humanidade. Zeus, compadecido do amigo centauro, transformou-o em parte da constelação do Sagitário, libertando também Prometeu.

 

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